Repelente Natural

Campinas, 17 de março de 2015.

O sexto ano da tarde estava às voltas com os pernilongos. Tapa pra cá, tapa pra lá. Depois de uma “brincadeira” sem graça com o repelente, parei a aula e expliquei que aquilo poderia ser muito perigoso, afinal, alguém sabia o que tinha naquele frasco de repelente? Não sabíamos. Recorremos ao rótulo, mas aqueles nomes que nós não conhecemos não ajudaram muito. Outras informações, entretanto, nos deixaram em alerta: “crianças até 12 anos devem usar no máximo três vezes ao dia”; “pode causar irritação e alergias”; “não aplicar sobre os olhos”; “manter fora do alcance de crianças”… a coisa não aprecia nada boa, mas, havia alternativa? Alguém citou óleo de amendoim, depois vieram com a história da citronela: “minha mãe coloca na água para usar como repelente natural”, disse o Victor. Pois bem, não custava tentar. Fomos à espiral de ervas (ou o que ainda resta da pobrezinha!) e tratamos de colocar em prática nosso plano genial e infalível de fazer um repelente à base de álcool e citronela! Me parece muito mais saudável que esses repelentes industrializados, vai demorar um pouco para ficar pronto (o álcool e a planta estão lá reagindo entre si, sem pressa) mas deve aliviar um pouco a pressão dos mosquitos sobre a criançada! Na foto, a turma toda fazendo “cara de mosquito” e exibindo nosso repelente natural. Ficou lindo, não acham? Estou falando do repelente…

Professor Rodolfo – Ciências

 

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Sobre simone

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