Repelente Natural

19 mar 2015

Campinas, 17 de março de 2015.

O sexto ano da tarde estava às voltas com os pernilongos. Tapa pra cá, tapa pra lá. Depois de uma “brincadeira” sem graça com o repelente, parei a aula e expliquei que aquilo poderia ser muito perigoso, afinal, alguém sabia o que tinha naquele frasco de repelente? Não sabíamos. Recorremos ao rótulo, mas aqueles nomes que nós não conhecemos não ajudaram muito. Outras informações, entretanto, nos deixaram em alerta: “crianças até 12 anos devem usar no máximo três vezes ao dia”; “pode causar irritação e alergias”; “não aplicar sobre os olhos”; “manter fora do alcance de crianças”… a coisa não aprecia nada boa, mas, havia alternativa? Alguém citou óleo de amendoim, depois vieram com a história da citronela: “minha mãe coloca na água para usar como repelente natural”, disse o Victor. Pois bem, não custava tentar. Fomos à espiral de ervas (ou o que ainda resta da pobrezinha!) e tratamos de colocar em prática nosso plano genial e infalível de fazer um repelente à base de álcool e citronela! Me parece muito mais saudável que esses repelentes industrializados, vai demorar um pouco para ficar pronto (o álcool e a planta estão lá reagindo entre si, sem pressa) mas deve aliviar um pouco a pressão dos mosquitos sobre a criançada! Na foto, a turma toda fazendo “cara de mosquito” e exibindo nosso repelente natural. Ficou lindo, não acham? Estou falando do repelente…

Professor Rodolfo – Ciências

 

repelente

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Resenha do livro “Quando eu voltei, tive uma surpresa”

12 jun 2014

Passados 50 anos da aplicação do Golpe Civil e Militar que nos jogou numa terrível ditadura, lemos durante as aulas de Português o livro “Quando eu voltei, tive uma surpresa”, escrito por Joel Rufino dos Santos, publicado pela editora Rocco e indicado pra gente por nossa professora de História, Andréia Mascarenhas. Após ler o livro e conversar sobre ele, dividimos a turma em duplas e trios para escrevermos resenhas. Depois escolhemos a que mais gostamos (a do Luigi e do Lorenzo) para publicar aqui. É esta:

Esse maravilhoso livro é feito por cartas do Joel para o Nelson (filho do Joel) pois Joel estava preso por acreditar na liberdade.

O Joel não queria falar tudo o que estava acontecendo de verdade com ele na prisão porque não queria magoar o Nelson, o que era muito legal.

Nas cartas, Joel era muito carinhoso e gentil com o querido Nelson, escrevendo histórias estranhas, bizarras e engraçadas, colocando desenhos e fotos de assuntos que o filho gostava.

Conforme o tempo foi passando, Joel, na cadeia, aprendeu a desenhar melhor e a fazer objetos com couro, como cintos e bolas.

Em várias cartas Joel dizia que o juiz avisava que ele iria sair logo da cadeia, mas ele não era liberado e isso é triste pois ele se sentia enganado e as saudades do filho aumentavam. No fim, porém, ele conquistou a liberdade.

Hoje, na nossa opinião, Joel deve sentir muita falta dos amigos que fez na cadeia.

 

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Preparação para a Festa da Primavera

24 set 2013

Texto coletivo de apresentação dos trabalhos da turma.

Olá!!!

Aqui você irá conhecer um pouco da história da ciência, lendo sobre as interessantes teorias de grandes cientistas dos quais talvez você nunca tenha ouvido falar.

Você descobrirá também muitos fatos interessantes sobre a vida dos cientistas, como, por exemplo: “Você sabia que Albert Einstein era judeu e foi prejudicado pela ignorância de Hitler?” ou “Você sabia que Benjamin Franklin largou seus estudos aos 10 anos para trabalhar com seu irmão?” – e muito mais!

E ainda, para completar a aventura, você verá informações interessantes dos cosmos e planetas, e filmes e livros super interessantes que deixarão você impressionado.

Então, o que você está esperando? Verifique nossa exposição e saia daqui com outros olhares sobre os filmes e os cientistas!!!

6º ano tarde

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Resenha de “A Ilha do Tesouro”, de Robert L. Stevenson

23 maio 2013

Dentro do projeto de literatura do 6º ano (que contempla a leitura de obras cujos protagonistas sejam adolescentes), lemos, depois de “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll, as aventuras do garoto Jim Hawkins, em “A Ilha do Tesouro”, de Robert L. Stevenson, livro que, em grupos, resenhamos. Depois de todos lermos as resenhas de todos os grupos, escolhemos a que segue para ser publicada aqui no blog, de autoria de Beatriz, Lívia e Victor Hugo.

Resenha de A Ilha do Tesouro, de Robert L. Stevenson

O livro A Ilha do Tesouro relata a incrível aventura de Jim Hawkins. Nele você encontrará piratas sanguinários, a Ilha do Esqueleto, um náufrago que adora queijo, uma surpresa desagradável, a Marca Negra, mistérios inusitados, uma música dos piratas e muito mais.
Enfim, divirta-se lendo essa emocionante narrativa do garoto Jim.

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A história nas histórias: os Narradores de Javé

21 maio 2013
Ilustração de Lia, 6º Ano

Ilustração de Lia, 6º Ano

Assistimos ao filme Narradores de Javé, com a direção de Eliane Caffé, produzido em 2003, e abordamos, na aula de História do 6º ano tarde, questões importantes para a construção do conhecimento: a memória, o método científico, o patrimônio histórico, a tradição, a história oral, a transformação das paisagens pelo homem entre outras possibilidades de análise.

Javé é uma cidade simples, com moradores pobres e muito batalhadores. Esta cidade seria alagada por uma represa que inundaria o lugar. A única esperança era provar que lá haviam acontecido coisas importantes e precisavam documentar os acontecimentos num documento escrito.

Convocam um dos moradores, Antônio Biá, para escrever a verdade sobre o vilarejo, os habitantes e seus feitos heroicos. Mas o escritor não é muito confiável, tem um passado de mentiras e a tarefa é grandiosa. Será que ele conseguirá?

A construção de uma barragem, com a consequente inundação do lugar, poderá apagar a memória do povoado, pois quem estava lá construiu sua vida ali e as amostras dos relatos do povo podem se perder, fazendo com que as histórias sejam esquecidas.

As histórias contadas de pais para filhos, no entanto, podem também conservar lembranças. A memória é muito mais forte do que um lugar, pois está ligada aos sentimentos e ao que é importante para nós.

Ao longo do filme, são contadas diferentes histórias por diferentes personagens. Cada um viu, ouviu, viveu coisas diferentes e por isso tem percepções únicas. Várias versões da história, baseadas nas vivências de todos, podem nos aproximar da realidade.

O filme nos mostra, além dos relatos, muitas outras fontes históricas: fotografias, mapas, documentos escritos, construções, objetos e até a própria paisagem.

O final é surpreendente. É uma história de coragem, recomeço, união e faz pensar se o desenvolvimento urbano é sempre positivo.

Texto Coletivo – 6º Ano Tarde

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Período Paleolítico

27 ago 2012

 

Período Paleolítico

HQ produzida pela Luiza, do 6º tarde, em aula de História, com a professora Andréia, sobre o Período PALEOLÍTICO.

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